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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

IDH- índice de desenvolvimento humano.

Existem muitas formas de se avaliar o sucesso dos países, podemos analisar a economia, o sistema de governo ou as conquistas da educação. Na tentativa declassificar os melhores países pra se viver foi criado o IDH.
O Índice de Desenvolvimento Humano surgiu porque não é só a produção de riqueza ou o poder militar que faz uma Nação grande. Quando as pessoas vivem bem significa que seus países destinam boa parte dos recursos para a saúde, educação e infra-estrutura, o que quer dizer, melhorias nos transportes coletivos e no esgoto; uma eficiente rede de água encanada, energia elétrica de qualidade e ruas asfaltadas.
O IDH mede a EDUCAÇÃO, a LONGEVIDADE e a RENDA.
Ao dirigir seus esforços para essas áreas os Estados podem garantir o bem-estar do cidadão.
Com esse índice procuramos dar maior valor às pessoas, porque o que faz de um país uma potência não é só o dinheiro que ele gera ou o tamanho de suas indústrias, e sim a qualidade de vida de sua população.


Educação: é avaliado o nível de alfabetização da população, bem como a presença de crianças e adolescentes nas escolas e as taxas de repetência.

Longevidade: é medida a taxa de mortalidade infantil, e o tempo de vida da população. A quantidade de idosos mostra que as medidas de saúde funcionam.

Renda: É a renda dividida igualmente por toda a população do país, também é chama
da de renda per capta.


Esse post foi uma enorme colaboração da minha amiga Historiadora Luciana Desterro
É isso, tirem dúvidas, comentem, acrescentem. E Boa leitura!

3 comentários:

  1. É muito gratificante poder participar de um projeto tão bacana quanto esse!!!
    Fábio, seus alunos tem muita sorte e quem não vê o magistério com bons olhos (como eu) enxerga nisso uma força pra começar a pensar em fazer a diferença.

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  2. Falae, Fábio. Tranquilo?

    Boa sorte com o blog! Espero que os seus alunos possam interagir com o espaço e com vc, resultando daí boas ideias.

    Quando passar esse período de estudos farei questão de participar mais ativamente do espaço. Forte abraço, Fabrício.

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